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5 destinos para combinar em viagem a Tóquio

15/08/2019

Conhecido como a Terra do Sol Nascente, o Japão destaca uma cultura milenar, com hábitos marcados por tradição e honra, em perfeita harmonia com uma das sociedades mais modernas do oriente. A rigidez e simplicidade do povo japonês são proverbiais, em uma nação cuja trajetória confunde-se com a história do budismo. Histórias de samurais, guerras e glórias emprestam emoção e encantamento a paisagens deslumbrantes, cidades e templos.

Tóquio é destino obrigatório em viagem ao Japão. Cultura milenar e hábitos marcados por tradição e honra, resistem com simplicidade e rigidez proverbiais, caminhando lado a lado com modernidade e tecnologia. Ousada e imponente. Moderna e tradicional. Tóquio é daquelas cidades onde o contraste de inspirações faz parte do charme.

Selecionamos 5 outros destinos no Japão que podem ser combinados em uma viagem à capital do país:

 

Miyajima 
A pequena ilha próxima a Hiroshima é lar do tori xintoísta mais famoso do Japão – localizado no santuário Itsukushima, que muda completamente de cenário a cada 6 horas devido à maré. Repleta de templos históricos, cafés e pequenos restaurantes supertípicos, Miyajima se revela uma enorme surpresa para todos os viajantes que sabiamente optam por passar a noite na ilha quando visitam a região de Hiroshima.

Miyajima, repleta de templos históricos

Hakone 
O cenário aos pés do Monte Fuji não poderia ser mais impressionante: o Lago Ashi dá contorno a uma área que forma uma floresta, onde pequenas cidades foram desenhadas à perfeição. Fonte abundante de água termal, a área de Hakone é conhecida pelos cafés, restaurantes e até museus – como o icônico Open Air Museum –, onde o visitante é convidado a ficar descalço e relaxar os pés em pequenas piscinas abastecidas com a água quente, repleta de benefícios para a saúde, que brota do solo.

 

Onomichi 
A pequena cidade da província de Hiroshima é o ponto de partida para os cruzeiros a bordo do incrível Guntû, mas, além da equipada marina, Onomichi reserva atrações que irão surpreender qualquer gaijin (como os japoneses chamam a nós, estrangeiros). O templo Shinshoji, construído na década de 60, pode não ter a mesma história que os templos seculares de Quioto, Miyajima ou Kanazawa, mas propõe algo único: a conexão do zen-budismo com a arte. Ao lado do templo, com formas à la Tadao Ando, um singelo museu aguarda os visitantes com uma coleção de artistas zen-budistas. Os amplos jardins, repletos de árvores red maple formam uma das paisagens mais belas do Japão no outono, quando o azul do céu contrasta com o vermelho das folhas das árvores. Fica claro por que os japoneses já o adotaram como um dos spots preferidos para piqueniques na meia-estação. 

Em Hakone, o Lago Ashi dá contorno a uma área que forma uma floresta

Monte Koya 
Um dos lugares mais sagrados do Japão, o “Koyasan”, como é chamado pelos japoneses, propõe uma das experiências mais fascinantes a serem vividas no país. Considerado o santuário do budismo esotérico, a corrente trazida por Kōbō-Daishi no século 8 à ilha, a pequena cidade formada basicamente por templos budistas e santuários xintoístas, que podem ser visitados a curtas distâncias a pé, não conta com nenhum hotel. Para vivenciar o Monte Koya, é preciso passar a noite em um dos muitos templos que contam com hospedagem, em estilo ryokan, onde as refeições e serviços são preparados por monges da região. Ao amanhecer, é possível participar da primeira meditação dos monges de cada templo. Quem reserva somente uma noite sai de lá planejando a data de voltar.

 

Quioto 
A maior concentração de templos e um dos distritos de gueixas mais famosos do país são suficientes para incluir Quioto em qualquer roteiro ao Japão. Mas para quem busca contato com a natureza e não tem muitos dias para se aventurar em outras regiões, a dica é passar uns dias em Arashiyama, que conta com um novíssimo hotel, com ares de ryokan e banhos termais, a poucos minutos da floresta de bambu mais fotografada do planeta. Como para compreender a fascinante cultura do povo japonês é essencial entender a chegada da religião budista ao país, é recomendado passar um dia inteiro em Nara, para ver de perto a mistura do xintoísmo com o budismo presente em templos impressionantes como o Tōdai-ji, até hoje uma das maiores estruturas de madeira do planeta. 

Daito Konpon Pagode no templo de Koyasan
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