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Preservação ambiental

10/11/2016

O turismo que proporciona aos viajantes ver de perto alguns dos animais mais fascinantes do mundo durante safáris também deve ser aquele que atua na preservação das espécies. Esse é o caso de iniciativas como a do Hoedspruit Endangered Species Centre (HESC), na Kapama Private Game Reserve, África do Sul. Desde 1990, a organização atua na conservação de animais raros e ameaçados de extinção.

Uma das frentes – e pilares – de atuação do HESC é a educação do público geral, principalmente das comunidades locais, sobre a importância da preservação dos animais selvagens para o ecossistema e também para que gerações futuras tenham a chance de conhecê-los.

Com uma equipe de veterinários e centro médico, o HESC trabalha no resgaste de animais feridos, na criação em cativeiro e reabilitação da vida selvagem. As cheetahs, felino mais rápido do mundo, são monitoradas pelo HESC para impedir a diminuição da espécie na África do Sul.

Tão perigoso quanto os demais big five (leão, leopardo, elefante, rinoceronte e búfalo), o rinoceronte  é uma das espécies mais raras e ameaças de extinção. Sobretudo na África do Sul, ele é vítima da caça ilegal devido ao alto valor comercial de seu chifre. Rinocerontes órfãos, bem como os sobreviventes da caça, são resgatados pelo HESC, onde são tratados para então retornar ao seu habitat natural.

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